Sobre nós 

conhece o projeto

O Que Fazemos

O projeto “Gigantes da Floresta” quer sensibilizar para a importância da conservação da biodiversidade e o papel de cada pessoa na sua salvaguarda, utilizando a história do caracol gigante de Obô (Archachatina bicarinata) ou Búzio-d’Obô, para promover a proteção das florestas nativas e da malacofauna única de São Tomé e Príncipe, África Central.

Onde é localizado? 

São Tomé Príncipe, África Central, são ilhas oceânicas de origem vulcânica. O isolamento do continente africano, ao longo de milhares de anos, levou à diferenciação de várias espécies únicas  –  as endémicas. A maioria destas espécies vive na floresta tropical das ilhas,  a floresta do Obô.  Devido a um elevado número de espécies endémicas ameaçadas, São Tomé e Príncipe  pertencem ao hotspot das Florestas Guineenses da África Ocidental, que detém uma das biodiversidades  mais ricas e ameaçadas do planeta. Nas  ilhas,  é possível encontrar  cerca  de 86 espécies de  caracóis e lesmas terrestres, a maioria só existe nestas ilhas (~60%).

Quando começou o projeto?

O projeto começou oficialmente em 2018. No entanto, os dados recolhidos  por  investigadores e organizações de conservação antes desse ano, permitiram  avaliar a situação crítica da espécie e decidir agir  através  da criação do projeto.

A Nossa Missão

O Búzio-d’Obô é uma das inúmeras espécies que sofrem um rápido declínio devido à destruição de habitats, à sobre colheita e à introdução de espécies invasoras. Envolver as pessoas na conservação da biodiversidade é fundamental para a sua eficácia, e estamos a usar esta espécie para representar a biodiversidade única em caracóis e lesmas das Ilhas São-tomé e Príncipe.

A Equipa

Gabriel Oquiongo

Eco-Guia

Martina Panisi

Bióloga de Conservação & Educadora Ambiental

Vasco Pissarra

Ecologista & Fotógrafo

Ineais Dias

Tratador de Caracóis

Agradecimentos especiais: Dr. Ricardo de Lima (Universidade de Lisboa), Ruggero Tozzo (Alisei ONG), Tiziano Pisoni (Alisei ONG), Beatriz Narciso, Catarina Narciso, Wilson Vieira, Hana Heimerdinger, Leonor Tavares (Universidade de Lisboa), Ana Rita Pereira (Universidade de Lisboa).